E se não tivesse o chorar?
É que às vezes essa troca ilógica de papéis acontece mais do que o normal. Como se a vida fosse feita de eternos paradoxos, constantes e inevitáveis, que agarram em nós a eterna curiosidade do saber.
Saber ser dor.
Saber ser amor.
É isso o que faz um ser que vive de seus sentimentos: procurar, dentro de si e de mais ninguém, saciar a sede dessas duas fontes. Sim. Fontes que têm sede, são as mesmas que nos alimentam.